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	<title>IMPRENSA BRASILEIRA 200 ANOS</title>
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	<description>DOIS S&#201;CULOS DO SURGIMENTO DO CORREIO BRAZILIENSE
- ASSOCIA&#199;&#195;O RIOGRANDENSE DE IMPRENSA - PORTO ALEGRE - RS  - ari@ari.org.br - fone (51)3211-1555</description>
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		<title>HIP&#211;LITO - LINHA DO TEMPO III</title>
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		<dc:date>19.05.08</dc:date>
		<dc:creator>imprensa200</dc:creator>
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		<description>1808 - A Corte Portuguesa transferiu-se para o Brasil, devido &#224; invas&#227;o de Portugal pelo comandante Junot sob as ordens de Napole&#227;o Bonaparte. Com a chegada da Corte no Rio de Janeiro, o Pr&#237;ncipe Regente D Jo&#227;o, entre outras medidas, criou a Imprensa R&#233;gia. Em 10 de setembro de 1808, come&#231;ou a circular o peri&#243;dico oficial do governo portugu&#234;s: a Gazeta do Rio de Janeiro. Em Londres, Hip&#243;lito Jos&#233; da Costa &#233; admitido &#224; Loja Ma&#231;&#244;nica Antiquity. Em 1&#186; de junho, Hip&#243;lito Jos&#233; da Costa exilado na Inglaterra, publicou o primeiro n&#250;mero do Correio Braziliense ou Armaz&#233;m Liter&#225;rio (1808 &#8211; 1822). O peri&#243;dico era noticioso, pol&#237;tico e independente. Circulou clandestino no Brasil e em Portugal, devido &#224; Censura R&#233;gia. No Brasil, o jornal divulgou os ideais liberais que nortearam o pensamento pol&#237;tico da elite local que realizou nossa independ&#234;ncia em 1822. O 1&#186; de junho, data que circulou o primeiro n&#250;mero do Correio Braziliense, &#233; considerado o Dia da Imprensa no Brasil. 1811 &#8211; Publicou o livro Narrativa da Persegui&#231;&#227;o Pris&#227;o pelo Santo Of&#237;cio. Nessa obra, ele registrou sua pris&#227;o e os sofrimentos aos quais foi submetido no c&#225;rcere da Inquisi&#231;&#227;o. O livro &#233; considerado um tratado em defesa da Ma&#231;onaria. Portugal iniciou a publica&#231;&#227;o do Investigador Portugu&#234;s (1811 &#8211; 1819), em Londres, para combater o conte&#250;do do Correio Braziliense, considerado infame e subversivo. A cria&#231;&#227;o desse peri&#243;dico foi id&#233;ia do Conde de Funchal, inimigo implac&#225;vel de Hip&#243;lito Jos&#233; da Costa. 1817 &#8211; Casou-se aos 43 anos com Mary Ann Troughton, sendo seu padrinho o Conde de Sussex, filho do Rei George III. Dessa uni&#227;o nasceram 03 filhos: Augusta Carolina, Anne Shirley, Augustus Frederick. 1822 - Ano da Independ&#234;ncia do Brasil. Hip&#243;lito Jos&#233; da Costa foi encarregado por D. Pedro para auxiliar nas negocia&#231;&#245;es diplom&#225;ticas para o reconhecimento do governo ingl&#234;s da nossa independ&#234;ncia. Em dezembro, suspendeu a circula&#231;&#227;o do seu Correio Braziliense, dando como encerrada a miss&#227;o doutrin&#225;ria do jornal. O Brasil era, finalmente, uma Na&#231;&#227;o livre. 1823 - Nomeado C&#244;nsul Geral do Brasil em Londres, n&#227;o chegou a tomar posse. O Patrono da Imprensa no Brasil faleceu aos 49 anos, devido a uma infec&#231;&#227;o intestinal, no dia 11 de setembro. Foi sepultado na Igreja de Santa Maria Virgem, na par&#243;quia de Hurley, em Berkshire, na Inglaterra. 1897 - Ano da funda&#231;&#227;o da Academia Brasileira de Letras (ABL). Hip&#243;lito Jos&#233; da Costa &#233; Patrono da cadeira n&#186; 17. 1942 - Em 30 de abril de 1942, em S. Paulo, Assis Chateaubriand batizou um avi&#227;o com o nome de Hip&#243;lito Jos&#233; da Costa. 1955 - O diplomata brasileiro em Londres, Gast&#227;o Nothman, que mantinha correspond&#234;ncia no Brasil com Carlos Rizzini, destacado jornalista e biogr&#225;fo de Hip&#243;lito Jos&#233; da Costa, localizou o t&#250;mulo do Patrono da Imprensa brasileira. Rizzini publicou, em 29 de outubro de 1955, na Revista O Cruzeiro, um artigo in&#233;dito sobre a descoberta. (Pesquisa: Carlos Roberto da Costa Leite)</description>
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